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O que é
A Matriz de Priorização é uma ferramenta que organiza ideias, requisitos ou ações com base em sua relevância e impacto no projeto. Ela permite uma classificação clara e objetiva, auxiliando na tomada de decisões estratégicas.
Como usar
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Essenciais: Liste os itens indispensáveis para o sucesso do projeto. Caso eles falhem, o projeto como um todo será comprometido.
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Importantes: Identifique os itens que, se implementados, trarão resultados significativos, mas não são cruciais para a sobrevivência do projeto.
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Desejáveis: Relacione os itens que seriam positivos, mas cuja ausência não compromete os objetivos principais.
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Complementares: Inclua ideias ou ações que são úteis, mas não prioritárias.
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Indiferentes: Classifique itens que não agregam valor ou não são viáveis de serem implementados no momento.
Dica extra
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Alinhamento: Envolva a equipe para garantir uma priorização que atenda aos objetivos estratégicos.
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Revisão: Reavalie a matriz regularmente, especialmente em projetos de longo prazo.
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Foco: Concentre esforços nos itens essenciais e importantes para maximizar resultados.
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O que é
A Matriz MoSCoW é uma ferramenta de priorização que ajuda a organizar requisitos, funcionalidades ou atividades de um projeto, atribuindo níveis de importância para garantir foco e eficiência no planejamento e execução.
Como usar
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Must Have (Deve Ter): Liste os itens essenciais que são indispensáveis para o sucesso do projeto.
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Should Have (Deveria Ter): Identifique os itens importantes, mas não críticos, que podem ser incluídos se houver recursos disponíveis.
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Could Have (Poderia Ter): Relacione os itens desejáveis, mas que não comprometem o projeto caso sejam excluídos.
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Won’t Have (Não Terá): Especifique os itens que não serão considerados neste momento ou ciclo do projeto.
Dica extra
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Colaboração: Envolva a equipe para classificar os itens de forma consensual e realista.
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Clareza: Certifique-se de que todos os itens listados estão claramente descritos para evitar ambiguidades.
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Revisão: Reavalie a matriz conforme o projeto avança ou as condições mudam.
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O que é
A Jornada do Usuário é uma ferramenta visual que descreve as interações e experiências de um usuário com um produto, serviço ou processo. Ela ajuda a identificar oportunidades de melhoria ao detalhar cada etapa da jornada, desde o contexto inicial até as ações pós-serviço.
Como usar
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Contexto: Defina o cenário ou situação em que o usuário interage com o produto ou serviço.
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Persona: Descreva quem é o usuário, incluindo características relevantes, necessidades e expectativas.
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Oportunidades: Identifique pontos críticos ou momentos em que melhorias podem ser implementadas.
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Etapas: Divida a jornada em fases (antes, durante e depois) e descreva cada uma delas detalhadamente.
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Storyboard: Crie uma representação visual da jornada, destacando momentos-chave e emoções do usuário.
Dica extra
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Empatia: Coloque-se no lugar do usuário para compreender suas percepções e experiências.
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Colaboração: Trabalhe em equipe para mapear a jornada com diferentes perspectivas.
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Validação: Recolha feedback real de usuários para confirmar e ajustar o mapeamento.
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Com o objetivo de acelerar a agenda ESG aos negócios, a comunidade de prática #ESGprajá,se mobilizou para disponibilizar uma ferramenta de modelagem que incorporasse o ESG ao core dos negócios.
Como não fazia sentido criar algo do zero, eles "hackearam" o Business Model Generation Canvas de Alex Osterwalder, uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para desenvolver novos modelos de negócio ou desafiar os atuais. Alex é coautor do best seller Business Model Generation, livro que já foi traduzido para mais de 30 idiomas e levou o Canvas a ser uma das ferramentas mais utilizadas no mundo.
A proposta revisita as abordagens de cada um dos 9 quadrantes do modelo Canvas original, com o intuito de repensar negócios para que sejam lucrativos e regenerativos ao mesmo tempo e assim nasceu o Business Model (Re)Generation Canvas (BMREG).
O que é
O Canvas Business Model Regeneration é uma ferramenta inovadora que integra conceitos de regeneração, sustentabilidade e ESG (ambiental, social e governança) ao planejamento estratégico de negócios, ideias ou projetos. Ele permite mapear os principais elementos de um modelo de negócios com foco em impactos regenerativos e valor sustentável.
Como usar
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Propósito de Valor: Defina o impacto positivo que sua ideia ou projeto busca gerar.
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Ecossistemas Regenerativos: Identifique como seu negócio contribui para a regeneração ambiental e social.
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Governança: Mapeie as estruturas e práticas de governança que sustentam a ética e a transparência.
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Principais Impactos: Detalhe os impactos esperados nos âmbitos ambiental, social e econômico.
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Relacionamentos Regenerativos: Descreva as interações que promovem benefícios mútuos com stakeholders e comunidades.
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Partes Interessadas: Liste as pessoas ou organizações diretamente impactadas ou envolvidas no projeto.
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Atividades-Chave: Identifique as ações necessárias para concretizar os objetivos.
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Recursos-Chave: Relacione os ativos necessários para implementar o modelo de negócios.
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Pontos de Contato: Determine os canais e interações por meio dos quais sua ideia ou projeto se conecta com o público.
Dica extra
Para apresentar de forma mais tangível o trabalho, exemplifico o que foi feito no Quadrante 1, que fala de Segmento de Clientes. Ampliamos essa visão para Stakeholders. Se o Canvas propõe uma investigação criativa das dores do cliente que estão no foco do negócio para pensar em novas oportunidades de produtos e serviços, no BMREG é preciso pensar em todos os stakeholders: clientes, fornecedores, colaboradores, acionistas, e no impacto das comunidades e no meio ambiente.
Nesse quadrante, a ideia é usar essa ferramenta para pensar a visão de presente e futuro que une o negócio a cada um dos stakeholders e, diante dessa visão, definir as pautas ESG que são relevantes para a empresa e, ao mesmo tempo, valorizadas pelos stakeholders.
Um exercício similar foi feito para os outro oito quadrantes, para que os negócios possam migrar de um modelo tradicional de lucro apenas para os acionistas para um modelo lucrativo e regenerativo para todos os stakeholders.
Quadrante 1: De Segmento de clientes para Stakeholders
Quadrante 2: De Proposta de valor para Propósito de Valor Sistêmico
Quadrante 3: De Canais para Pontos de Contato com Stakeholders
Quadrante 4: De Relacionamento com Clientes para Relacionamentos Regenerativos
Quadrante 5: De Fontes de Receita para Fontes de valor
Quadrante 6: De Recursos-chave para Recursos-chave
Quadrante 7: De Atividades-chave para Atividades-chave
Quadrante 8: De Parceiros-chave para Ecossistema de Negócios Regenerativos
Quadrante 9: De Estrutura de Custos para Estrutura de Custos e Investimentos
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O que é
A Ideação 633 é uma ferramenta colaborativa de brainstorming que ajuda equipes a gerar e refinar ideias rapidamente. O método é estruturado em rodadas onde cada participante contribui com ideias e combinações, promovendo a criatividade e a cocriação de soluções.
Como usar
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Defina o desafio: Comece descrevendo claramente o problema ou objetivo que será abordado pela equipe.
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Inicie as rodadas: Cada participante tem um espaço para contribuir com suas ideias iniciais.
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Complete/Combine/Crie: Em cada rodada, os participantes podem aprimorar, combinar ou expandir as ideias já apresentadas.
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Colabore: Repita o processo por várias rodadas, incentivando a interação e o desenvolvimento coletivo.
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Refine: Ao final, escolha as ideias mais promissoras para desenvolvimento e implementação.
Dica extra
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Diversidade: Envolva pessoas de diferentes áreas para ampliar a variedade de perspectivas.
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Foco: Lembre os participantes de manterem as ideias alinhadas ao desafio definido.
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Iteração: Permita ajustes e melhorias nas ideias ao longo do processo.