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Canvas Business Model Regeneration

Com o objetivo de acelerar a agenda ESG aos negócios, a comunidade de prática #ESGprajá,se mobilizou para disponibilizar uma ferramenta de modelagem que incorporasse o ESG ao core dos negócios. 

Como não fazia sentido criar algo do zero, eles "hackearam" o Business Model Generation Canvas de Alex Osterwalder, uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para desenvolver novos modelos de negócio ou desafiar os atuais. Alex é coautor do best seller Business Model Generation, livro que já foi traduzido para mais de 30 idiomas e levou o Canvas a ser uma das ferramentas mais utilizadas no mundo.

A proposta revisita as abordagens de cada um dos 9 quadrantes do modelo Canvas original, com o intuito de repensar negócios para que sejam lucrativos e regenerativos ao mesmo tempo e assim nasceu o Business Model (Re)Generation Canvas (BMREG).


O que é

Canvas Business Model Regeneration é uma ferramenta inovadora que integra conceitos de regeneração, sustentabilidade e ESG (ambiental, social e governança) ao planejamento estratégico de negócios, ideias ou projetos. Ele permite mapear os principais elementos de um modelo de negócios com foco em impactos regenerativos e valor sustentável.

Como usar

  1. Propósito de Valor: Defina o impacto positivo que sua ideia ou projeto busca gerar.

  2. Ecossistemas Regenerativos: Identifique como seu negócio contribui para a regeneração ambiental e social.

  3. Governança: Mapeie as estruturas e práticas de governança que sustentam a ética e a transparência.

  4. Principais Impactos: Detalhe os impactos esperados nos âmbitos ambiental, social e econômico.

  5. Relacionamentos Regenerativos: Descreva as interações que promovem benefícios mútuos com stakeholders e comunidades.

  6. Partes Interessadas: Liste as pessoas ou organizações diretamente impactadas ou envolvidas no projeto.

  7. Atividades-Chave: Identifique as ações necessárias para concretizar os objetivos.

  8. Recursos-Chave: Relacione os ativos necessários para implementar o modelo de negócios.

  9. Pontos de Contato: Determine os canais e interações por meio dos quais sua ideia ou projeto se conecta com o público.

Dica extra

Para apresentar de forma mais tangível o trabalho, exemplifico o que foi feito no Quadrante 1, que fala de Segmento de Clientes. Ampliamos essa visão para Stakeholders. Se o Canvas propõe uma investigação criativa das dores do cliente que estão no foco do negócio para pensar em novas oportunidades de produtos e serviços, no BMREG é preciso pensar em todos os stakeholders: clientes, fornecedores, colaboradores, acionistas, e no impacto das comunidades e no meio ambiente. 

Nesse quadrante, a ideia é usar essa ferramenta para pensar a visão de presente e futuro que une o negócio a cada um dos stakeholders e, diante dessa visão, definir as pautas ESG que são relevantes para a empresa e, ao mesmo tempo, valorizadas pelos stakeholders.

Um exercício similar foi feito para os outro oito quadrantes, para que os negócios possam migrar de um modelo tradicional de lucro apenas para os acionistas para um modelo lucrativo e regenerativo para todos os stakeholders.

Quadrante 1: De Segmento de clientes para Stakeholders 

Quadrante 2: De Proposta de valor para Propósito de Valor Sistêmico

Quadrante 3: De Canais para Pontos de Contato com Stakeholders

Quadrante 4: De Relacionamento com Clientes para Relacionamentos Regenerativos

Quadrante 5: De Fontes de Receita para Fontes de valor

Quadrante 6: De Recursos-chave para Recursos-chave

Quadrante 7: De Atividades-chave para Atividades-chave

Quadrante 8: De Parceiros-chave para Ecossistema de Negócios Regenerativos

Quadrante 9: De Estrutura de Custos para Estrutura de Custos e Investimentos

 

Ideação 633

O que é 

Ideação 633 é uma ferramenta colaborativa de brainstorming que ajuda equipes a gerar e refinar ideias rapidamente. O método é estruturado em rodadas onde cada participante contribui com ideias e combinações, promovendo a criatividade e a cocriação de soluções.

Como usar

  1. Defina o desafio: Comece descrevendo claramente o problema ou objetivo que será abordado pela equipe.

  2. Inicie as rodadas: Cada participante tem um espaço para contribuir com suas ideias iniciais.

  3. Complete/Combine/Crie: Em cada rodada, os participantes podem aprimorar, combinar ou expandir as ideias já apresentadas.

  4. Colabore: Repita o processo por várias rodadas, incentivando a interação e o desenvolvimento coletivo.

  5. Refine: Ao final, escolha as ideias mais promissoras para desenvolvimento e implementação.

Dica extra

  • Diversidade: Envolva pessoas de diferentes áreas para ampliar a variedade de perspectivas.

  • Foco: Lembre os participantes de manterem as ideias alinhadas ao desafio definido.

  • Iteração: Permita ajustes e melhorias nas ideias ao longo do processo.

Guia de Ferramentas de Inteligência Artificial

O que é

Guia de Ferramentas de Inteligência Artificial é um compilado de soluções tecnológicas para diversas finalidades, incluindo geração de arte, pesquisa, chatbots e ideação. Ele apresenta opções gratuitas e pagas, destacando as funcionalidades de cada ferramenta para facilitar a escolha de acordo com as necessidades do usuário.

Como usar

  1. Arte Generativa: Utilize ferramentas como Microsoft Designer ou Leonardo.ai para criar designs e imagens personalizadas. Explore opções gratuitas ou planos pagos para mais recursos.

  2. Pesquisa: Acesse plataformas como Perplexity ou Consensus para buscas acadêmicas, gerais ou específicas, com funcionalidades adicionais em planos premium.

  3. Chatbots: Experimente ferramentas como ChatGPT ou Gemini para interações baseadas em IA, incluindo upload de arquivos e geração de conteúdos.

  4. Ideação e Brainstorming: Use Goblin.tools ou Ideamap.ai para organizar ideias, criar fluxogramas e facilitar o desenvolvimento de projetos.

Dica extra

  • Personalização: Escolha ferramentas que atendam diretamente às suas demandas, como criatividade, organização ou pesquisa.

  • Otimização de custos: Explore as versões gratuitas antes de investir em planos pagos.

  • Colaboração: Aproveite funcionalidades que permitem trabalho em equipe em tempo real.

É, Não É, Faz, Não Faz

O que é

A ferramenta "É, Não É, Faz, Não Faz" é um método simples e eficiente para definir e delimitar características de um conceito, projeto ou ideia. Ela auxilia na construção de uma visão clara ao identificar o que faz parte do escopo e o que está fora dele, bem como suas funcionalidades e limitações.

Como usar

  1. É: Liste os elementos e características que definem o conceito ou projeto. Estes são os aspectos essenciais e representativos.

  2. Não É: Relacione aquilo que não faz parte do conceito ou projeto, delimitando o escopo e evitando interpretações equivocadas.

  3. Faz: Identifique as ações ou funções que o conceito ou projeto é capaz de realizar.

  4. Não Faz: Liste as ações ou funções que não serão contempladas pelo conceito ou projeto, estabelecendo limites claros.

Dica extra

  • Clareza: Utilize termos simples e objetivos para evitar ambiguidades.

  • Colaboração: Envolva a equipe para validar as definições e garantir alinhamento.

  • Iteração: Revise o exercício conforme o projeto evoluir ou mudar de direção.

Como Podemos

O que é

A ferramenta "Como Podemos" é uma metodologia de design colaborativo e inovação que ajuda a definir problemas de forma clara e orientada para soluções. Ela transforma desafios em perguntas estratégicas, guiando equipes para ações mais focadas e criativas.

Como usar

  1. Defina o que é a ação: Determine qual ação ou problema você deseja abordar. Esclareça o contexto e a necessidade da iniciativa.

  2. Identifique para quem é a ação: Determine o público-alvo ou grupo de pessoas que será impactado.

  3. Estabeleça o objetivo: Defina o que você deseja alcançar com a ação. O objetivo deve ser claro e mensurável.

  4. Formule a pergunta desafio: Use a estrutura “Como podemos...?” para transformar o problema em uma oportunidade de criação de soluções.

Dica extra

  • Colaboração: Envolva diferentes áreas ou perspectivas para criar uma abordagem mais rica e criativa.

  • Foco: Evite perguntas muito amplas; refine o desafio até que seja específico e acionável.

  • Validação: Revise a pergunta com a equipe para garantir alinhamento e clareza.

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