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Ensina Frameworks

PACIF

O que é

PACIF é uma estrutura para guiar a interação com Inteligências Artificiais, ajudando a organizar de forma clara as expectativas e requisitos para obter respostas precisas e úteis. Ele é composto por cinco elementos: Papel, Ação, Contexto, Intenção e Formato.

Como usar

  1. Papel: Defina qual papel a IA deve desempenhar, como consultor, analista ou criador de conteúdo.
  2. Ação: Direcione a ação desejada, como gerar ideias, responder perguntas ou fornecer análises.
  3. Contexto: Forneça informações relevantes sobre o problema ou cenário em que a IA atuará.
  4. Intenção: Especifique o objetivo final da interação, alinhando a resposta da IA às suas necessidades.
  5. Formato: Determine como você deseja que a resposta seja apresentada (texto, lista, tabela, etc.).

Dica extra

  • Clareza: Certifique-se de que cada elemento do PACIF seja claro e objetivo para otimizar a interação.
  • Customização: Ajuste os elementos conforme necessário para diferentes tipos de problemas ou contextos.
  • Iteração: Teste e refine os direcionamentos para melhorar a qualidade das respostas da IA.

Feedback/Checkout

O que é

Checkout é uma ferramenta de avaliação reflexiva que permite coletar feedback sobre atividades, encontros ou projetos. Ele ajuda a identificar pontos positivos, áreas de melhoria e sugestões para o futuro, promovendo aprendizado contínuo e aprimoramento.

Como usar

  1. O que eu gostei: Liste os aspectos positivos que funcionaram bem e que agregaram valor à atividade ou encontro.
  2. O que poderia ter sido melhor: Relacione os pontos que poderiam ser aprimorados ou ajustados.
  3. Ideias para próximos encontros: Proponha sugestões ou ideias para melhorar experiências futuras.

Dica extra

  • Simplicidade: Incentive os participantes a serem claros e diretos no feedback.
  • Ação: Use as sugestões coletadas para implementar melhorias práticas.
  • Colaboração: Envolva todos os participantes no processo para criar um ambiente de aprendizado compartilhado.

Matriz de Priorização

O que é

Matriz de Priorização é uma ferramenta que organiza ideias, requisitos ou ações com base em sua relevância e impacto no projeto. Ela permite uma classificação clara e objetiva, auxiliando na tomada de decisões estratégicas.

Como usar

  1. Essenciais: Liste os itens indispensáveis para o sucesso do projeto. Caso eles falhem, o projeto como um todo será comprometido.

  2. Importantes: Identifique os itens que, se implementados, trarão resultados significativos, mas não são cruciais para a sobrevivência do projeto.

  3. Desejáveis: Relacione os itens que seriam positivos, mas cuja ausência não compromete os objetivos principais.

  4. Complementares: Inclua ideias ou ações que são úteis, mas não prioritárias.

  5. Indiferentes: Classifique itens que não agregam valor ou não são viáveis de serem implementados no momento.

Dica extra

  • Alinhamento: Envolva a equipe para garantir uma priorização que atenda aos objetivos estratégicos.

  • Revisão: Reavalie a matriz regularmente, especialmente em projetos de longo prazo.

  • Foco: Concentre esforços nos itens essenciais e importantes para maximizar resultados.

Jornada do Usuário

O que é

Jornada do Usuário é uma ferramenta visual que descreve as interações e experiências de um usuário com um produto, serviço ou processo. Ela ajuda a identificar oportunidades de melhoria ao detalhar cada etapa da jornada, desde o contexto inicial até as ações pós-serviço.

Como usar

  1. Contexto: Defina o cenário ou situação em que o usuário interage com o produto ou serviço.

  2. Persona: Descreva quem é o usuário, incluindo características relevantes, necessidades e expectativas.

  3. Oportunidades: Identifique pontos críticos ou momentos em que melhorias podem ser implementadas.

  4. Etapas: Divida a jornada em fases (antes, durante e depois) e descreva cada uma delas detalhadamente.

  5. Storyboard: Crie uma representação visual da jornada, destacando momentos-chave e emoções do usuário.

Dica extra

  • Empatia: Coloque-se no lugar do usuário para compreender suas percepções e experiências.

  • Colaboração: Trabalhe em equipe para mapear a jornada com diferentes perspectivas.

  • Validação: Recolha feedback real de usuários para confirmar e ajustar o mapeamento.

Canvas Business Model Regeneration

Com o objetivo de acelerar a agenda ESG aos negócios, a comunidade de prática #ESGprajá,se mobilizou para disponibilizar uma ferramenta de modelagem que incorporasse o ESG ao core dos negócios. 

Como não fazia sentido criar algo do zero, eles "hackearam" o Business Model Generation Canvas de Alex Osterwalder, uma das ferramentas mais utilizadas no mundo para desenvolver novos modelos de negócio ou desafiar os atuais. Alex é coautor do best seller Business Model Generation, livro que já foi traduzido para mais de 30 idiomas e levou o Canvas a ser uma das ferramentas mais utilizadas no mundo.

A proposta revisita as abordagens de cada um dos 9 quadrantes do modelo Canvas original, com o intuito de repensar negócios para que sejam lucrativos e regenerativos ao mesmo tempo e assim nasceu o Business Model (Re)Generation Canvas (BMREG).


O que é

Canvas Business Model Regeneration é uma ferramenta inovadora que integra conceitos de regeneração, sustentabilidade e ESG (ambiental, social e governança) ao planejamento estratégico de negócios, ideias ou projetos. Ele permite mapear os principais elementos de um modelo de negócios com foco em impactos regenerativos e valor sustentável.

Como usar

  1. Propósito de Valor: Defina o impacto positivo que sua ideia ou projeto busca gerar.

  2. Ecossistemas Regenerativos: Identifique como seu negócio contribui para a regeneração ambiental e social.

  3. Governança: Mapeie as estruturas e práticas de governança que sustentam a ética e a transparência.

  4. Principais Impactos: Detalhe os impactos esperados nos âmbitos ambiental, social e econômico.

  5. Relacionamentos Regenerativos: Descreva as interações que promovem benefícios mútuos com stakeholders e comunidades.

  6. Partes Interessadas: Liste as pessoas ou organizações diretamente impactadas ou envolvidas no projeto.

  7. Atividades-Chave: Identifique as ações necessárias para concretizar os objetivos.

  8. Recursos-Chave: Relacione os ativos necessários para implementar o modelo de negócios.

  9. Pontos de Contato: Determine os canais e interações por meio dos quais sua ideia ou projeto se conecta com o público.

Dica extra

Para apresentar de forma mais tangível o trabalho, exemplifico o que foi feito no Quadrante 1, que fala de Segmento de Clientes. Ampliamos essa visão para Stakeholders. Se o Canvas propõe uma investigação criativa das dores do cliente que estão no foco do negócio para pensar em novas oportunidades de produtos e serviços, no BMREG é preciso pensar em todos os stakeholders: clientes, fornecedores, colaboradores, acionistas, e no impacto das comunidades e no meio ambiente. 

Nesse quadrante, a ideia é usar essa ferramenta para pensar a visão de presente e futuro que une o negócio a cada um dos stakeholders e, diante dessa visão, definir as pautas ESG que são relevantes para a empresa e, ao mesmo tempo, valorizadas pelos stakeholders.

Um exercício similar foi feito para os outro oito quadrantes, para que os negócios possam migrar de um modelo tradicional de lucro apenas para os acionistas para um modelo lucrativo e regenerativo para todos os stakeholders.

Quadrante 1: De Segmento de clientes para Stakeholders 

Quadrante 2: De Proposta de valor para Propósito de Valor Sistêmico

Quadrante 3: De Canais para Pontos de Contato com Stakeholders

Quadrante 4: De Relacionamento com Clientes para Relacionamentos Regenerativos

Quadrante 5: De Fontes de Receita para Fontes de valor

Quadrante 6: De Recursos-chave para Recursos-chave

Quadrante 7: De Atividades-chave para Atividades-chave

Quadrante 8: De Parceiros-chave para Ecossistema de Negócios Regenerativos

Quadrante 9: De Estrutura de Custos para Estrutura de Custos e Investimentos

 

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