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O que é
O Blueprint é uma ferramenta de mapeamento visual utilizada para projetar e compreender a jornada de um usuário, destacando as interações com um serviço, seus bastidores e os processos necessários para sua execução. A técnica divide a jornada em etapas prévias, durante e pós, permitindo uma análise detalhada das ações do usuário e das operações internas de suporte.
Como usar
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Defina a jornada: Mapeie as etapas principais da experiência do usuário, desde o momento inicial de interação até o pós-serviço.
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Identifique ações do usuário: Em cada etapa, registre o que o usuário faz para avançar na jornada.
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Mapeie atividades internas: Liste as ações necessárias dentro da organização para que o serviço ocorra.
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Determine canais de interação: Identifique os pontos de contato disponibilizados ao usuário para realizar suas atividades.
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Analise os processos de suporte: Mapeie os processos internos que garantem a execução do serviço e o suporte às interações.
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Desenhe as camadas: Separe as ações do usuário (frontstage) das atividades invisíveis para ele (backstage), conectando ambas por meio de processos.
Dica extra
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Colaboração interdisciplinar: Envolva equipes de diferentes áreas para garantir que todas as perspectivas e processos sejam considerados.
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Documentação clara: Utilize diagramas e descrições para tornar o Blueprint compreensível e útil para análise e melhoria contínua.
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Iteração contínua: Revise o Blueprint regularmente para adaptá-lo a mudanças no serviço ou nas necessidades dos usuários.
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O que é
A Matriz CSD (Certezas, Suposições e Dúvidas) é uma ferramenta de reflexão estratégica que ajuda a organizar o conhecimento e as incertezas sobre um desafio ou problema. Ela é usada para alinhar equipes, identificar lacunas de informação e criar ações mais assertivas.
Como usar
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Certezas (C): Liste os fatos e dados que são verdades inquestionáveis. De preferência, coloque fatos baseados em dados coletados (pesquisas, métricas, dados de uso, etc...)
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Suposições (S): Relacione as hipóteses ou ideias que são consideradas verdadeiras, mas ainda precisam ser confirmadas. Quando existem opiniões diferentes sobre o mesmo assunto, a descrição vai para a área de Suposições
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Dúvidas (D): Identifique os pontos desconhecidos ou perguntas que precisam ser respondidas para avançar com o projeto. O que você gostaria de saber do seu processo, mercado ou público alvo? Coloque aqui as perguntas que você gostaria de ver respondidas.
Dica extra
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Validação: Use pesquisas ou análises para transformar suposições em certezas.
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Ação: Concentre esforços em responder as dúvidas para reduzir incertezas.
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Objetivo: qual problema queremos entender ou resolver? Qual o propósito desse projeto? Essas perguntas vão ajudar na hora de levantar as certezas, as suposições e as dúvidas. Ter clareza sobre o propósito do projeto evita que o time perca tempo com informações pouco úteis para o sucesso da iniciativa.
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O que é
A Matriz MoSCoW é uma ferramenta de priorização que ajuda a organizar requisitos, funcionalidades ou atividades de um projeto, atribuindo níveis de importância para garantir foco e eficiência no planejamento e execução.
Como usar
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Must Have (Deve Ter): Liste os itens essenciais que são indispensáveis para o sucesso do projeto. Eles representam necessidades não negociáveis do projeto ou produto.
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Should Have (Deveria Ter): Identifique os itens importantes, mas não críticos, que podem ser incluídos se houver recursos disponíveis. Você pode considerar os recursos adicionais, melhorias de usabilidade ou outras funcionalidades que melhoram a experiência ou a eficiência do produto, mas se deixadas de fora, o produto ou projeto ainda funciona. No entanto, se forem incluídas, agregam um valor significativo.
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Could Have (Poderia Ter): Relacione os itens desejáveis, mas que não comprometem o projeto caso sejam excluídos ou adiados.
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Won’t Have (Não Terá): Especifique os itens que não serão considerados neste momento ou ciclo do projeto. Mapear as iniciativas que não serão desenvolvidas é uma maneira de ajudar a evitar o aumento do escopo
Dica extra
Uma forma de diferenciar o SHOULD HAVE do COULD HAVE é revisar o nível de dano caso determinada iniciativa não seja implementada. Caso a não implementação demandar algum tipo de improviso para a entrega, ela deveria estar no seu lançamento, por isso ela é um should have. Contudo, se essa funcionalidade tiver um impacto muito menor no resultado final, ela é algo que poderia ter, por isso um could have.
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O que é
O Canvas de Proposta de Valor é uma ferramenta visual e estratégica que auxilia na compreensão e criação de propostas de valor alinhadas às necessidades e expectativas dos clientes. Ele foca no equilíbrio entre o que a organização oferece (produtos, serviços, geradores de ganho e analgésicos) e o que os clientes precisam (tarefas, dores e ganhos).
Como usar
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Perfil do Cliente:
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Tarefas do Cliente: Identifique o que o cliente busca realizar.
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Dores: Liste os problemas, riscos ou obstáculos enfrentados pelos clientes.
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Ganhos: Relacione os benefícios e os resultados desejados pelos clientes.
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Proposta de Valor:
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Produtos e Serviços: Liste o que sua organização oferece para atender às necessidades do cliente.
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Criadores de Ganho: Descreva como sua oferta gera benefícios ou superações esperadas pelos clientes.
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Analgésicos: Explique como sua oferta alivia dores e resolve problemas do cliente.
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Momento de Criação: Construa ideias de como sua proposta pode gerar valor.
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Momento de Observação: Analise e valide como os elementos atendem às expectativas dos clientes.
Dica extra
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Empatia: Coloque-se no lugar do cliente para compreender profundamente suas dores e desejos.
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Iteração: Revise o Canvas constantemente para mantê-lo alinhado às mudanças de mercado ou perfil do cliente.
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Colaboração: Envolva diferentes áreas da organização para obter uma visão mais abrangente.
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O que é
A técnica dos 5 Porquês é uma ferramenta simples e eficaz para identificar a causa raiz de um problema. Desenvolvida por Sakichi Toyoda, um dos fundadores da Toyota, essa metodologia é amplamente utilizada no gerenciamento de qualidade e na resolução de problemas. A ideia central é perguntar "Por quê?" repetidamente (cinco vezes é uma regra geral) até chegar à causa fundamental de um problema.
Como usar
- Defina o problema: Comece descrevendo claramente o problema que você está enfrentando.
- Pergunte "Por quê?": Pergunte por que o problema ocorre e anote a resposta.
- Repita o processo: Para cada resposta, pergunte novamente "Por quê?" e registre a nova resposta.
- Continue até a causa raiz: Repita o processo até que a causa raiz do problema seja identificada. Normalmente, isso ocorre após cinco perguntas, mas pode variar.
- Implemente soluções: Uma vez identificada a causa raiz, desenvolva e implemente soluções para resolver o problema de forma eficaz.
Dica extra
- Seja específico e factual: Ao responder cada "Por quê?", baseie-se em fatos e dados concretos, evitando suposições ou opiniões.
- Colaboração: Envolva uma equipe diversificada no processo para obter diferentes perspectivas e garantir que todas as possíveis causas sejam exploradas.
- Documentação: Registre todas as perguntas e respostas para referência futura e para ajudar na implementação das soluções.