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Cooplem: transição para aulas virtuais proporcionou ampliação do potencial de mercado

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2021
Brasil,Centro-Oeste
Trabalho, Produção de Bens e Serviços
Cooplem - Cooperativa de Ensino de Língua Estrangeira Moderna
Experiência do usuário, Inovação de serviço, T.I., transformação digital
Inovação de serviço
Agilidade no primeiro momento do isolamento social garantiu manutenção dos alunos e evolução para modelo EAD derrubou fronteiras geográficas para atuação da cooperativa. Em apenas 20 dias, quando do início do isolamento social provocado pela pandemia, a cooperativa de ensino de idiomas conseguiu transferir as aulas para o ambiente virtual e, com isso, não apenas manteve os alunos existentes, como conseguiu criar um novo modelo baseado totalmente no ensino a distância.

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CONTEXTO

No início do ano de 2020, a Cooplem contava com 7.624 alunos matriculados em seus cursos de idiomas. Até então, o ensino era praticado apenas na modalidade presencial e, àquela altura, todo o planejamento pedagógico já estava definido em implementação.

Entretanto, em 11 de março de 2020 o governo do Distrito Federal, por ocasião da pandemia por coronavírus que chegava ao Brasil, decretou o fechamento de todas as escolas da região em que a Cooplem se encontrava.

O decreto de isolamento acendeu o alerta junto ao corpo diretivo da cooperativa, que sabia não haver muito tempo hábil para agir caso desejasse manter a quantidade de aluno e, consequentemente, o faturamento previsto para o semestre e a manutenção dos empregos.

Dado o contexto em que a cooperativa se encontrava à época, a percepção foi de que seria necessário acelerar o processo de implantação das aulas online, algo que já estava nos planos da cooperativa para o futuro.

DESAFIOS

Certamente, o tempo escasso estava entre os fatores que mais pressionaram a coordenação da cooperativa para o desenvolvimento de uma solução. Da mesma forma, havia alguma insegurança relacionada ao uso de uma nova tecnologia. Afinal, nem a cooperativa contava com a infraestrutura necessária para o suporte técnico e nem os professores possuíam o treinamento adequado para utilização das ferramentas virtuais.

A decisão sobre o uso de uma plataforma própria ou adoção de uma já existente no mercado também era um desafio a ser superado.

Havia, por fim, a disparidade entre os alunos quanto à capacidade de utilização das tecnologias adotadas, o que poderia causar abandonos e dificuldades.

DESENVOLVIMENTO

Em cerca de 20 dias após o decreto do governo do Distrito Federal que estabeleceu o fechamento das escolas, a Cooplem já contava com uma solução para continuar a entregar valor para seus alunos e manter as atividades da cooperativa.

Isso porque a resposta da direção foi imediata no sentido de colocar em prática a transmissão online de aulas síncronas. Ou seja, que não são gravadas e que contam com a presença e atuação do professor para orientar e sanar dúvidas dos alunos. Para tanto, a Cooplem colocou rapidamente em prática os planos preexistentes de levar as aulas para o ambiente virtual.

Ao longo de 15 dias foram realizados treinamentos com os professores da Cooplem e a plataforma própria da instituição foi implementada. No entanto, alguns problemas foram apresentados e a direção da cooperativa optou por trocar a plataforma própria pelo Google Meet, que apresentou uma resposta mais adequada às necessidades da cooperativa e dos alunos. A troca de uma plataforma pela outra também se deu em tempo bastante curto, em apenas dois dias.

A cooperativa considera que o desempenho no primeiro semestre foi satisfatório, com evasão de alunos a uma taxa de 7,9%, similar à de anos anteriores. Assim, após iniciar o ano de 2020 com 7.624 alunos matriculados, a Cooplem contava com 7.025 ao término do primeiro semestre.

No entanto, o início do segundo semestre trouxe preocupações à direção devido à queda brusca na quantidade de alunos, de apenas 5.330. Os motivos apontados pelos alunos que desistiram da rematrícula eram, majoritariamente, perda de renda e dificuldade em lidar com as novas tecnologias para acompanhar as aulas.

Novamente, a direção agiu rapidamente e, ao avaliar que as aulas síncronas haviam apresentado êxito, foi lançada a modalidade EAD de curso. Ou seja, que conta com aulas ao vivo para interação com professores e colegas, e também aulas gravadas e acessíveis a partir da plataforma. Assim, ao final de cada aula gravada os alunos têm exercícios para serem feitos e que complementam a formação.

Apesar dos desafios tecnológicos impostos pela plataforma EAD, o campo de atuação da cooperativa aumentou muito. Afinal, além de preços mais competitivos do que os da modalidade convencional, agora a Cooplem consegue chegar a alunos de todo o Brasil ou mesmo do mundo.

RESULTADOS

O primeiro resultado positivo foi a queda de apenas 7,9% na quantidade de alunos entre o início e o final do primeiro semestre de 2020, número condizente com outros anos.

Como o desempenho não se manteve para o segundo semestre, o lançamento da plataforma EAD com menores custos e maior penetração de mercado trouxe 451 novos alunos apenas no primeiro semestre de operação.

A expectativa é de que, além de compensar a perda de alunos, a plataforma reduza os custos operacionais que a cooperativa teria para atender à mesma quantidade de alunos em sedes físicas e, assim, proporcione maiores sobras para os cooperados.

PRÓXIMAS INICIATIVAS

A expectativa da cooperativa é divulgar a plataforma de EAD para todos os lugares do Brasil e do mundo. Para isso, o plano é fazer amplo uso das redes sociais e atuar ainda mais fortemente nos vários espaços do cooperativismo brasileiro.



Contato do responsável:


Márcia Ionne Ramos Behnke

presidente da Cooplem

marcia@cooplemidiomas.com.br


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